A pandemia e a ressignificação do lar

Após mais de um ano de pandemia e incertezas, algumas coisas são inegáveis: a forma como enxergamos o lar talvez tenha mudado para sempre. E isso é fácil de notar, considerando que desde março de 2020 as limitações da quarentena passaram a fazer parte da vida e rotina das pessoas, assim como o formato de trabalho remoto, em home office. Até mesmo atividades ligadas à prática de exercícios, estudo e lazer passaram a acontecer dentro de casa.

Daí que o termo “ressignificação do lar” ganhou destaque. As pessoas foram forçadas a passar mais tempo em casa, e por isso começaram a dar mais atenção às mudanças que desejam ou precisam na residência, sejam de natureza estética ou funcional. Elas perceberam que ficar em casa precisa ser uma experiência agradável e personalizada.

Uma mudança de percepção

A casa não se limita mais a apenas um local de descanso, onde passamos pouco tempo. No último ano, ela se tornou um refúgio para expressar a própria personalidade, além de um local de estudo, lazer e trabalho, conforme já dito.

Mesmo que o cenário pandêmico melhore daqui para frente, com o início da vacinação, é cada vez mais comum a percepção de que o local onde se mora precisa estar preparado para o futuro  –  um “novo normal” que talvez inclua o modelo híbrido de trabalho e o risco de novas pandemias. Preparar-se então é uma tendência sem volta, diretamente ligada ao investimento em coisas como tecnologia, mobiliário e decoração.

A cultura de reforma do lar

As pessoas estão cada vez mais buscando reformar o lar e renovar o mobiliário, segundo pesquisa realizada em 2020 pela Archademy, maior Market Network de Arquitetura e Design de Interiores do Brasil. A pesquisa, divulgada pela Revista USE e Estadão, indica um aumento de 88% na busca por produtos de decoração, 68% por renovação dos móveis e 42% pela aquisição de móveis para redecoração.

Ela também constatou que 77,5% dos projetos tiveram foco em mudanças pontuais no lar. Entre eles, 50,5% envolveram adaptação de ambientes para home office, enquanto 47,5% foram de adequação dos espaços de convivência e 21,5% de reformatação do ambiente para crianças.

Raphael Tristão, CEO da Archademy, afirma:

“A casa deixou de ser um ambiente de passagem para voltar a ser um ambiente de permanência. Inclusive, deixou de ter “uma coisa em cada lugar”, para ser o “lugar de todas as coisas”.

Esse é justamente o pensamento ligado ao crescimento do investimento em manutenções, decoração, equipamentos tecnológicos e móveis mais ergonômicos e funcionais. Até mesmo, a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), destacou que o setor de móveis teve um crescimento nas vendas de 11,9% no ano passado.

Escolha móveis sob medida

De fato, o consumidor tem reconhecido que investir em móveis sob medida de qualidade é uma forma de aproveitar melhor o espaço físico disponível, que começou a ficar pequeno com novas utilizações na pandemia. Além disso, é fácil perceber que o mobiliário personalizado em MDF entrega uma experiência superior, garantindo móveis mais duradouros e exclusivos, que acompanham o estilo de vida e preferências de cada pessoa, aumentando também a produtividade no dia a dia.

Portanto, se você também passou a olhar para dentro do lar de forma diferente e gostaria de melhorar seu espaço com móveis novos, tornando-o mais aconchegante, bonito, confortável, organizado e prático, conte com a expertise da TOKSTIL. Planejamos, fabricamos e instalamos mobiliário sob medida de alto padrão há quase duas décadas.

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