Ergonomia – o que aprendemos na quarentena?

Dois meses de quarentena se passaram, mas o cenário desta pandemia ainda não está claro. Embora o governador de São Paulo tenha anunciado um plano de flexibilização, a retomada das atividades econômicas será gradativa, em cinco fases, sendo o período de cada fase de aproximadamente 14 dias.

Até o momento, Campinas, por exemplo, estava na fase vermelha, tendo apenas os serviços essenciais liberados. Contudo, a partir de 1º de junho, a cidade pode começar o primeiro passo da flexibilização para a fase 2 (laranja), chamada de “Controle”, que prevê a reabertura “com restrições” do comércio de rua, shoppings, escritórios, serviços imobiliários e concessionárias.

Embora a notícia represente uma importante retomada para as empresas, todos os que estão atuando em regime home office não devem se esquecer de como o período de pandemia os pegou desprevenidos. Muitos profissionais estavam despreparados para o trabalho remoto e tiveram que fazer adaptações às pressas. E uma delas diz respeito à ergonomia.

As consequências do trabalho sem ergonomia

Segundo a Rádio Brasil Campinas, “em um mês de quarentena no Brasil, muitos profissionais já reclamavam de dores na coluna devido à má postura e à falta de um espaço projetado adequadamente para o trabalho”. Se esse é o seu caso, talvez você esteja entre os que não viam a própria casa como um ambiente de trabalho.

Tempos de coronavírus nos conscientizaram, entretanto, de que assim como o trabalho dentro de uma empresa demanda uma estrutura adequada para ser realizado com segurança e eficiência, em casa não é diferente. Quando se negligencia a ergonomia, por exemplo, a saúde e a produtividade acabam comprometidas.

De fato, trabalhar sem ergonomia é perigoso, podendo provocar a L.E.R. (Lesão por Esforço Repetitivo), uma síndrome constituída por um grupo de doenças, como tendinite e bursite. E as desagradáveis dores nas costas e no pescoço não ficam de fora.

Cuidados e tendências do pós-coronavírus

Para o bem ou para o mal, várias pessoas têm sentido “na pele” que ter cadeiras e mesas ergonômicas, conforme  os padrões da NR 17, faz toda a diferença. A ergonomia, que já é uma exigência para as empresas, mostrou-se também essencial no home office.

Quando o mobiliário é ergonômico no ambiente de trabalho, onde quer que seja, ele garante que o profissional manterá a postura correta, com o monitor na altura dos olhos, as costas acomodadas no encosto da cadeira, os joelhos a 90 graus e os dois pés apoiados no chão. Por outro lado, condições inadequadas de ergonomia podem incapacitar o trabalhador aos poucos.

Considerando que a prática de trabalhar em casa deve registrar um crescimento de 30% no País no período pós-coronavírus, conforme aponta um estudo recente da FGV, o investimento no trabalho remoto deverá aumentar. Aliás, espera-se que a retomada das atividades inclua recomendações de distanciamento físico entre os colaboradores, o que vai impossibilitar a ocupação simultânea de todos os espaços de trabalho das empresas.

Tudo indica, portanto, que serão necessários revezamentos na equipe e manter colaboradores atuando em formato home office, pelo menos alguns dias da semana. Mesmo após o fim da pandemia, algumas empresas afirmaram que vão permitir o trabalho remoto aos colaboradores que optarem por ele e, de acordo com pesquisa da ISE Business School, 80% dos gestores disseram gostar desse novo modelo de trabalho.

Assim sendo, veja a profissionalização do seu home office como uma excelente forma de se preparar para a nova realidade pós-coronavírus. E se você precisa de móveis ergonômicos de qualidade, personalizados para as suas necessidades de trabalho, CONTE CONOSCO!